"o inimigo" é, assim, considerado tão real e
objetivo quanto uma rocha ou um cão raivoso. olhei dentro da
noite e recebi
o espaço carregado de
ultimatuns e de
estrelas indecisas o momento
era futuro e
extremamente grave devido em
parte à grande
falta de divisas. nossa primeira tarefa era quebrar
esse tabu, tomar consciente o inconsciente do corpo político e examinar as
maneiras pelas quais criamos o inimigo. fortalezas voadoras passavam em câmara
lenta tornadas obsoletas por outros monstros a jato carregando pilotos com a
fisionomia despregada a chorar o porvir imediatamente passado. a paranóia
consensual...a patologia da pessoa normal que é membro de uma sociedade que
justifica a guerra...formando o parâmetro pelo qual são criadas todas as imagens
do inimigo.

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