eu, pecadora, me confesso de ser aquilo que sou! viúva...sim
o tenta sorte está morto...um brinde a nossa ascensão...a arapongagem, o grampo
a rede, a escrita clandestina em deep, o post fake à polícia está certa? eu não
tinha muitos amigos naquela época. como as coisas realmente são, simplificar o
real, sempre me sinto insegura. pode ser um artifício cômodo, não arte. por
isso, costumo provocar as pessoas e também fui provocada desde a infância. o
provincianismo desta situação é enfermidade...patologia e não prisão...pessoas
que pensei que me ajudariam ao mundo iria acabar...o provinciano, mas o mundo
continua. o moral, somos nós que vamos
acabar. o correto pertence, mas não é...deve sair a área imediatamente. é
incapaz, porém da ironia... como um palhaço da turma.

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