o verdadeiro poder é alcançado quando a classe dominante
controla os bens materiais essenciais da vida, concedendo-os e negando-os às
massas como se fossem privilégios. círculos vinham antes das linhas; era isso
que tinha que ser honrado. quando os bebês chegavam, eram meninas,
independentemente de qualquer paz que florescesse entre as pernas. meninas, até
depois da cerimônia, onde você poderia escolher...mulher, homem, livre ou
todos... bem, se há uma quantidade infinita de chances de algo acontecer, então
eventualmente isso acontecerá...não importa quão pequena seja a
probabilidade... no contexto da destruição naturalizada, a estética burguesa
vem camuflar o horror, que deve parecer “belo”. o “belo quando igual ao útil ” é
administrado em sua função de acobertar, o que só é possível no apagamento
total da diferença, ou seja, na produção da semelhança geral. corpos, casas,
cidades inteiras, tudo obedece ao princípio decorativo imposto pelo design
capitalista. Isso é meu isso me pertence!

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