mas ah, ela veio até mim, a pálida cidade dos poemas, a imagem do inimigo, eu a vi assim gelada e hirta, na neblina! criada como um superávit de mal, oh, não eras tu, mulher sonâmbula, tu que eu deixei e como transformamos o mundo num campo de matança. banhada do orvalho estéril da minha agonia. a melhor prática foi seguir os conselhos postados em cada cruzamento ferroviário...encruzilhadas do pare. olhe. escute... teus seios eram túmulos também, teu ventre era uma urna fria... parecia improvável que alcancemos qualquer sucesso no controle da guerra a menos que chegássemos a compreender a lógica da paranóia política e o processo de criação da propaganda que justifica a nossa hostilidade... mas não havia paz em ti! e passamos a confiar no que mais nos tocava. "a sombra".
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