antes da arma, garrote e espada vem a imagem. porque a sua vida está presa à minha e é preciso que eu me liberte. pensamos em matar os outros e então inventamos a alabarda ou o míssil nuclear com os quais realmente os matamos. porque ele é o desespero vão que mata a serenidade que quer brotar em mim. a propaganda precede a tecnologia. porque as suas úlceras doem numa carne que não é a dele...ausente, há duas perguntas que gostaria de fazer...
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