a pergunta era... o que eu devia cavar? converter-me em um possuidor de corpos e almas ausentes, possessão proveniente de status social sem nobreza... de fora eu vi e senti medo como que um ávido polvo me prendia os pés ao fundo da lama... aos passos dados. eu gritei para o miserável que erguesse os braços e buscasse a música que estava no pântano e na pele desfeita das flores intumescidas...até onde devia cavar?
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