o consolo estava nas minhas palavras e eu era o único
inconsolável...portanto, somos nós os ecos responsáveis por grande parte do
mal no mundo; a riqueza estivera nas minhas mãos e eu era pobre como os olhos
dos cegos… e cada um dos nós é moralmente obrigado a aceitar, na solidão
absoluta de mil léguas foi o meu corpo que eu vi acorrentado ao pântano
infinito, em vez de projetar, essa responsabilidade pesada... foi a minha boca
que eu vi se abrindo a o beijo da água ulcerada de flores leprosas.

Nenhum comentário:
Postar um comentário