às vezes, na hora trêmula em que os espaços desmancham-se em neblina...mulheres no mal viver... e a gaze da noite se esgarça suspensa na bruma dormente, portas secretas abertas por artes milenares... eu sinto sobre o meu ser uma presença estranha que me faz despertar angustiado... ambiente de taberna e sua confusão mistura no beber mendigos ladrões e soldados... e me faz debruçar à janela sondando os véus que se emaranham dentre as folhas…
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