se um som eu chegasse a ouvir no oco deste caixão que não fosse esse soturno bater do meu coração! convidado à um banquete no inferno guardado como castigo do céu... se eu conseguisse esticar os braços num repelão inda rasgassem-me a carne os ossos que restarão! e que as mulheres são proibidas de entrar as portas do tempo... se eu pudesse me virar as omoplatas romper na fúria de uma evasão máscaras de liberdade... ou se eu pudesse sorrir igualdade ou de ódio me estrangular e fraternidade que chegam feito encomendas da miséria vaidade que vivemos. e de outra morte morrer!
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