em torneios e moda mais elaborada que justas... e então a
vida, em mim se resume, na luta... quando os adversários vêem nossa liberdade
de gerar lucros e de consumir como uma forma de licenciosidade, está claro que
eles anseiam por uma maior liberdade pessoal. todos ricamente sentados a
observar entre farta comida. é lutar que eu preciso! e abro meu pavilhão...
eles acham que nós justificamos a cobiça de indivíduos poderosos às custas da
comunidade e permitimos o lucro de uma minoria às expensas da maioria. e meus
olhos veem longe uma aurora absoluta. e enquanto trocamos insultos, ambos
estamos a salvo da embaraçosa tarefa de observar os sérios erros e crueldades
dos nossos próprios sistemas. e eu choro sobre mim mesmo e me peço perdão. sentir-me
honrado em poder fazer parte ao farto banquete que sou!

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