príncipe cavalgando, com capa manto espada cortante vingadora disposto a enfrentar o dragão, que inventamos ao fio da lamina, cortante sob o olhar dos falcões do imperador. eu sei, e me alucino; e digo não mil vezes não! um precisa do outro como alvo de transferências grupais...o homem nasceu para gozar do mundo...a propaganda que mostra como um país que abusa dos direitos civis é, claramente, o roto a rir-se do esfarrapado. não é preciso o pária a escarrar o pulmão... do mesmo modo, nossas tiradas contra o controle e a ausência da propriedade individual refletem nossa raiva inconsciente com relação à perda real de liberdade individual e à nossa dependência de simulado governo para cuidar de nós do útero ao túmulo...sobre o lixo que guarda o supérfluo dos fregueses.
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