sou inocente...como este dedo...posso morde-lo e arrancá-lo,
e sim...depois...sentir a dor! queima-lo por descuido e sem intenção de provas
se é possível sentir a inocência da carne...quando isso nunca aconteceu. pois a
liberdade tem um calor afiado e duplo, adequado somente para ser manuseado por
crianças justas e virtuosas; para os maus e dissolutos, ela...a chama, se torna
um mal difícil de manejar em suas próprias mãos...e faz urinar na própria
cama... longo é o caminho e difícil, que sai do inferno e leva à luz...prefiro
escolher o dedo de quem vou arrancar em uma mordida minha! o mundo ridiculariza
uma paixão que raramente sente; suas cenas e seus interesses distraem a mente,
depravam o gosto, corrompem o coração, e o amor não pode existir em um coração
que perdeu a dignidade mansa da inocência...não sou mais criança, agora
acordada...já tenho idade para saber...sempre fomos inocentes!

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