o não existir e ser fruto a minha imaginação. possessão ou
empatia, como um universal solvente. problema que deixou de existir imerso. o meu
desafio é explicar, sem recorrer ao conceito muito fácil de mal, como sou capaz
de causar extremos danos às outros. pense trocar ideia de “mal” pela ideia de
“erosão da empatia”. fui corroída em minhas emoções, fiquei ressentida amarga,
desejo de vingança, ódio cego e desejo de proteção...lembro-me que sempre dava
gravatas vermelhas de presentes nos dias dos pais...feita na escola valorizando
os meus limites e por que por certo não me livrarei mais deles...pense a
gravata em muitas culturas e quando se enterravam os mortos com seus objetos
para que lhe acompanhassem em outra vida.


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