ainda que a divindade não fosse responsável pelo mal, por que o permitiria? o que me cabe é a ideia...livre-arbítrio. não desejo o mal, apenas o permito, concedo aos indivíduos a responsabilidade de tomar decisões e de fazer escolhas de acordo com a sua própria vontade. o valor de suas moedas e o mal que se observa no mundo. sou manifestação física, natural, e devo ser entendido como uma entidade espirito maldito maldição castigo entre os homens e mulheres pelo desvio do caminho do bem. d...entro do...eu...s, portanto, não sou a causa do mal moral, mas sim do mal físico. o valor das moedas não será a responsável pelos desvios de conduta do ser humano, tão somente pelo custo às punição de suas transgressões. por muitos séculos, desastres naturais de toda monta, de pragas a furacões, foram tomados como flagelos de uma divindade colérica e vingativa, que pune os seres humanos por seu comportamento vil. sou, assim sua personificação, um vínculo entre o mal físico e o mal moral e que chamam no próprio agir de modo infame e alegoria de sodoma e gomorra.
segunda-feira, 28 de outubro de 2024
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